terça-feira, 26 de abril de 2011

Vive ou Sobrevive?

Porque escrevo melhor quando briigo com você? Porque me veem palavras para expressar o que disse, o que me magoou ...? Penso agora qual era o motivo de tamanha discordia, de tamanha ignorância de palavras sujas, de palavras que atinge com a força de uma bala, na mesma extensão, longitude e dor.
Vi enfim que o motivo talvez fosse miinha culpa. Seus pés talvez descalços estivessem cansados de ficar paralisados. Talvez quisessem correr, pular, correr e saltar, não sei ao certo. Talvez. Talvez só quisessem estar próximos aos meus. De pantufas talvez. Talvez. 
Seus olhos amedrontados de um garotiinho em um desenho, não queriiam mais ficar cercado por um papel A4. Brincando com um "Unik" brinquedo, que no final sem papel laminado verde não servia para nada. Talvez. Não sei.
Fugiu recuado andando sozinho pelo espaço, largado. Alargador regeitado. Jeans, camisa, podado, rapado, gravata?! Talvez. Ao certo realmente provavel.
Praia encantada, contos de fadas, bruxa malvada, é eu sei ... Talvez. Talvez só quisesse sorrir. Andar pela areia molhada, de uma tarde encharcada, com um sorriso babaca, que Talvez um vestido branco a passar. Quatro anos nunca mais. Decisões, não sei tomar. 
Prejudicado coração armargurado, que tão doce e lambuzado, não consiga olhar pro alto e falar é agora.
Talvez.
Poderiamos então velejar. Acelarar. Amar. Chorar. Jogar. Mas nunca recuar. Talvez. Não sei. Quantos talvez. Sim, eu sei. O medo recua qualque chance de velejar, acelerar, amar, chorar e jogar. Que talvez.
E agora, num sonho encantado, de uma beliche mofada, possa sonhar que um dia numa manha a gente vá se encontrar. Virar. Booo. Gatinho! S.A. Ah, como me lembra.
Amizade abstrata que surgiu do nada, agora desbota num quadro que jás amarelado. Solitário. Doloroso. Amaldiçoado? Jamais. Forças carnais.
Tudo se resumiiu a sexo. Minha loucura de dizer coisas absurdas, por uma mera luxúria, que não sei controlar. Claro, 1 já vai. Mas durará?! Sei lá. Talvez.
E jogar tudo pro alto, fugir para a areia deserta de um menino amedrontado, num por-de-sol estrelado que se refaz na alma. Uma nova aura. Uma nova Vida. Um novo setembro.
Então pronto! Vamos lutar! Atacar Esparta! 300 Mals... 300 Vitórias ...
Afinal, você vive ou somente sobrevive?
Agora? Honestamente? 
Resposta clara: Ate amanha sobrevivo. Mas vou viver. Oh' se vou.

Ps: Te amo Amor ...    

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